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A morte: uma visita inesperada

Por Diego Nascimento*

Meu terceiro sábado do ano foi totalmente atípico: fiquei vários minutos dentro de um cemitério, cercado de coroas de flores e pessoas emocionadas, enquanto um grande amigo recebia as últimas homenagens após perder a vida de forma repentina. À medida que o caixão era colocado no túmulo um filme passou em minha mente: conversas, gargalhadas, aconselhamentos … uma amizade que ficará registrada para sempre. Sua mãe, irmãos, esposa e filhos davam adeus à um capítulo de acolhimento e dedicação que à primeira vista não tinha hora para acabar.

Sei que muitas das vezes não queremos falar sobre isso, mas precisamos refletir sobre o último suspiro. A visita inesperada da morte não escolhe idade, endereço e nem mesmo a profissão. Nós cristãos sabemos da vida eterna, aquela que aprendemos por meio das Sagradas Escrituras e que faz parte da promessa de Jesus para quem o reconhece como Senhor e Salvador. Na perspectiva espiritual o livro de João, capítulo 3, verso 16 registra a maior prova de amor já manifestada na história humana: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” 

Que a morte é uma visita inesperada todos já sabem. Ela encerra uma fase de relacionamento entre familiares, amigos e oferece um sentimento que poucos sabem administrar: a saudade. Sou totalmente a favor de quem cultiva as lembranças boas, os momentos de alegria e aprendizado que ficaram como legado de quem partiu. Herdamos a morte de Adão como resultado do pecado. O livro de Gênesis, capítulo 3, verso 19, nos mostra o que disse Deus depois que o fruto árvore proibida havia sido comido: “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” O que isso quer dizer? Fisicamente temos início, meio e fim. Portanto, sugiro que reserve alguns instantes para pensar que daqui algum tempo os personagens que estão à sua volta terão partido e você precisará lidar com isso.

O que fazer? Aproveite cada minuto de sua vida de maneira sadia e que contemple as maravilhas dadas por Deus. Valorize os acontecimentos aparentemente insignificantes e não meça esforços para que o seu nome seja sinônimo de mansidão, honestidade, santidade, retidão e temor ao SENHOR. Agradeça por cada oportunidade. Lute em cada desafio. Aja o que houver lembre que mesmo voltando ao pó aqui, podemos caminhar pela eternidade com Cristo. ELE mesmo disse: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.” Apocalipse 3:20. 

Faça a diferença!

  • Diego Nascimento é presbítero da I Igreja Presbiteriana de Lavras (MG). Para conhecer outros textos acesse diegonascimento.com.br

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