Aprenda sobre a Bíblia

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Arquivo mensal: junho 2016

Durante um recente momento de devocional tive a chance de comentar sobre uma vida de santidade. O tema é amplo mas pode ser resumido por meio de atitudes e decisões que tomamos a cada dia. A Bíblia ensina que devemos fazer uso do nosso corpo (mente, membros, coração…) para coisas que o agradam. Santidade não é se trancar dentro do quarto e ficar inerte ao que ocorre do lado de fora; é fazer a diferença numa época em que “tudo é normal” e, na verdade, não é.

Concluo dizendo citando o livro de Efésios, capítulo 3, verso 5: “Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual como também de nenhuma espécie de impureza e de cobiça; pois essas coisas não são próprias para os santos. Não haja obscenidade, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ações de graças. 

Com as bençãos de Deus,

Equipe EBD

I Igreja Presbiteriana de Lavras (MG)

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Uma questão de sabedoria

Por Diego Nascimento*
diegonascimento.com.br

O silêncio pode ser manifestado de diferentes formas e não importa a idade: cada ser humano tem a chance de fazer da comunicação verbal uma segunda opção. Já escrevi sobre fofoca na vida e no ambiente de trabalho, a respeito de discórdias onde palavras não foram medidas durante o diálogo e até contei aventuras de alguns leitores que se depararam com recados totalmente sem sentido e divulgados por meio de outdoors, placas, etc…  Se hoje você está esperando um ensinamento nessa linha, acalme os ânimos e raciocine comigo.

Vou resumir o que chamarei de “Prática do Silêncio” em quatro grupos. Todas as definições são minhas e baseadas em observações do cotidiano:

  • O Silêncio do Respeito: é tradicional e geralmente encontrado em igrejas, peças de teatro, óperas e eventos onde uma ou mais pessoas coordenam atividades que exigem atenção e concentração (a menos que o interlocutor peça a interação do público);
  • O Silêncio da Cumplicidade: é perigoso, nocivo e mais comum do que se imagina. Faz parte da realidade de pessoas que sabem que são cúmplices ou praticantes de algo errado e, quando confrontadas sobre o problema, optam por “calar a boca” e deixar rolar mesmo que a situação conflite com princípios familiares e até confessionais;
  • O Silêncio da Reflexão: acontece em momentos de alegria ou amargura. É quando você precisa ficar só, para pensar sobre uma excelente notícia, uma vitória alcançada ou desafio a ser enfrentado;
  • O Silêncio Corporativo: longe de abranger profissionais apáticos no ambiente profissional (esse é assunto para outro dia), o Silêncio Corporativo está ligado à concentração, rendimento do trabalho e respeito mútuo. Uma conversa ao longo do expediente faz bem, desde que seja na hora certa, no devido tom de voz para o local e com assuntos que valham a pena. Fora isso, o silêncio é uma atitude que em muitos casos rende bons frutos para a empresa e para o profissional (tarefas feitas com mais atenção, cumprimento de prazos … e a lista continua).

Faço parte de um grupo de empreendedores que escreve a ministra palestras sobre diversos assuntos. A internet é rica em materiais que tratam do foco no trabalho mas o Rei Salomão, que segundo a Bíblia foi o homem mais sábio na face da Terra, buscou a inspiração divina para registrar um ensinamento a respeito do tempo certo, incluindo o silêncio na lista de prioridades. Eclesiastes, capítulo 3, versículo 7 diz: “tempo de calar, tempo de falar.” O livro de Provérbios,  capítulo 17, verso 18 enfatiza: “Até o insensato passará por sábio se ficar quieto e, se contiver a língua, parecerá que tem discernimento.”

Sugiro que visite os tipos de silêncio que registrei e avalie se você conhece alguém que precisa de um pequeno ajuste por falar demais, provocando o desentendimento nas relações humanas ou mesmo sendo instrumento para a falta de concentração dentro da empresa. Sabedoria não se encontra em livros: ela é fruto de vivência e observação. Que a boa Conduta no Mundo Corporativo e na Vida possa impactar pessoas a todo instante.

Conheça mais sobre Diego Nascimento clicando aqui.

Não se espante

Olá!

A pós-modernidade é o período do “politicamente correto”. Não se espante se, dentro das igrejas, você encontrar pessoas que apoiam grupos que caminham em total desencontro com a Palavra de Deus. Não se espante se adeptos a esses movimentos terem “anos de igreja”. Não se espante se parte dessas “festas” forem expostas para o mundo por meio de redes sociais. Não se espante se o alcoolismo e outras armadilhas que a Bíblia pede para evitarmos sejam “curtidas” como se fossem atitudes normais e cotidianas. Não se espante se você se sentir uma ovelha solitária nadando contra a maré. Vale a pena fazer a diferença.

O Evangelho traz uma mensagem direta e objetiva sobre isso. I Timóteo, capítulo 3, verso 17, orienta: “Também deve ter boa reputação perante os de fora, para que não caia em descrédito e nem na cilada do diabo.”

Uma vida de testemunho precisa ser levada a sério.

Com as bençãos de Deus,

Equipe EBD

I Igreja Presbiteriana de Lavras (MG)