Aprenda sobre a Bíblia

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Arquivo diário: março 16, 2013

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Diz que é crente, mas…

Por André Sanchez

Ministério de fofoca na igreja

Contra a evangelização

Não lê a Bíblia

Ir embora da igreja por causa de besteira

Celular na hora da pregação

Crente secreto

 

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O que as pessoas veem em você é verdade?

Série virtudes (Por André Sanchez)

“esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens” (Rm 12. 17)

Todos os dias somos vistos pelas pessoas. Vizinhos, colegas de trabalho, irmãos da igreja, amigos da escola, todos eles notam as nossas atitudes, como somos, como estamos agindo nas situações. Apesar de muitas vezes não percebermos, estamos rodeados de pessoas nos vendo. Assim como nós notamos as outras pessoas, as outras pessoas também nos notam. Duas perguntas precisam ser respondidas sobre isso: O que as pessoas enxergam quando nos veem? E o que Deus enxerga quando nos vê?

A virtude de buscar um testemunho de vida correto diante das pessoas é muito importante. Há quem diga que um exemplo vale mais do que mil palavras [eu concordo]. Deus deseja que seus servos cultivem a virtude de serem bons exemplos perante as pessoas. Mas não é tão simples assim. Existem muitas pessoas que cultivam a chamada hipocrisia [estou falando de crentes também]. Fazem as coisas de forma dissimulada, mentirosa, de aparência, como se estivessem atuando nas situações do dia a dia. Interpretam um personagem que não existe na realidade.

Os fariseus foram assim. Brigaram muito com Jesus por que Ele desmascarava o coração falso deles. Certa vez, de forma dura, Jesus os repreendeu: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia!” (Mt 23:27)

Não é assim que Deus deseja que seja. Deus sempre mostrou em Sua palavra que as coisas devem surgir primeiro em nosso interior para depois caminharem na direção das atitudes exteriores. Quando Jesus falou do mais importante mandamento, disse que deveríamos “amar ao próximo como a nós mesmos”, ou seja, primeiro deveria haver um amor próprio dentro de nós para podermos ter a autoridade para amar os outros de verdade. Como alguém que não se ama pode amar a alguém verdadeiramente?

Esforçar-se por ter atitudes corretas perante as pessoas começa dentro de nós. Se não tivermos dentro de nós um alicerce que dê sustentação às nossas atitudes exteriores elas serão vazias, e as pessoas mais cedo ou mais tarde, perceberão que somos hipócritas. E o pior: Deus já sabe que somos hipócritas. Podemos enganar a todos, mas não a Deus. Deus quer exemplos verdadeiros de vida.

Precisamos trazer para dentro do nosso coração a obediência a Deus para podermos ter autoridade de fazer na frente das pessoas aquilo que realmente é uma verdade em nosso coração. Após cometer adultério e tentar manter tudo em segredo, buscando viver sua vida como se nada tivesse acontecido, Davi foi desmascarado da sua hipocrisia, e arrependido declarou ao Senhor: “O que tu queres é um coração sincero; enche o meu coração com a tua sabedoria.” (Sl 51. 6)

Que todos nós busquemos e cultivemos um coração sincero, para que, como resultado dele, possamos ser um exemplo de atitudes corretas perante as pessoas. Um testemunho vivo de vida. Ou como Jesus preferiu exemplificar: Sermos sal e luz para as pessoas!

5 formas de se vencer a amargura

Por: André Sanchez

Todos nós já sentimos em algum momento a amargura. Ela é aquele sentimento amargo de aflição, angustia, desgosto, de dor moral que nos atinge em cheio na alma. Sentir amargura não é pecado, mas cultivá-la pode nos levar a muitos pecados e a prejuízos graves para nossa saúde e nossa alma. Isso acontece porque tudo que decorre da amargura gera coisas ruins que impregnam nosso espírito nos fazendo definhar aos poucos. O jovem José do Egito tinha tudo para ser um amargurado. Foi vendido pelos irmãos como escravo, viveu no Egito como escravo longe do cuidado de sua família, trabalhou duramente como escravo, foi preso injustamente por ser acusado de assediar a mulher do egípcio Potifar, ficou por bastante tempo na prisão. Ele tinha tudo para ser um amargurado, mas, através de sua vida, nos ensinou preciosas lições de como vencer a amargura:

1- José não tinha dúvidas sobre a soberania de Deus

José via suas dores como parte do plano de Deus para sua vida. Ele as canalizava e as usava para seu crescimento e maior aproximação de Deus e não como combustível para manter e aumentar a amargura. Por isso, de um jovem adolescente vendido como escravo pelos irmãos, Ele cresceu a ponto de ser o governador de toda a terra do Egito. Ele confiava no plano de Deus. E foi isso que Ele declarou à sua família anos mais tarde: “Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós.” (Gênesis 45.5). Quem confia na soberania de Deus procura entender melhor as situações de amargura e as vence, confiando na soberania do Pai.

2- José não permitia que seu coração ficasse remoendo magoas

Um dos maiores combustíveis para manter a amargura viva é ficar remoendo mágoas. Insistimos em ficar lembrando das ofensas cometidas contra nós, das dores, das intempéries que passamos. José preferiu lançar no mar do esquecimento todas as experiências desagradáveis que trouxeram a ele a dor da amargura. O primeiro filho de José nos mostra claramente isso: “José ao primogênito chamou de Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai.” (Gênesis 41.51). Lançar a amargura no mar do esquecimento certamente será um golpe que a enfraquecerá ou a matará em nossa vida.

3- José não permitiu que a amargura criasse raízes

A raiz é o que sustenta uma árvore. Corte a raiz e a árvore morrerá rapidamente. A amargura também é assim. José tinha motivos para fomentar o ódio contra seus irmãos. Podia tê-los punido quando estava no cargo de governador do Egito, o segundo cargo mais importante do país, apenas abaixo do faraó. Porém, quando reencontra seus irmãos traidores, mostra que durante os seus treze anos de sofrimento longe de casa, provocado pela maldade deles, ele não permitiu que a amargura criasse raiz em seu coração e produzisse sentimentos e ações reprováveis. Isso fica claro quando da reação dele perante seus irmãos maldosos: “Disse José a seus irmãos: Agora, chegai-vos a mim. E chegaram-se. Então, disse: Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque, para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós.” (Gênesis 45.44-45). José tinha ainda em sua memória as dores que enfrentou, mas elas não eram uma raiz de amargura em seu coração, eram apenas uma lembrança de um momento triste superado com a ajuda do soberano Deus. O coração dele estava cheio de boas raízes, que produziam boas árvores, que produziam bons frutos.

4- José não permitiu que a amargura produzisse maus frutos

José entendia que não cabia a ele se vingar ou penalizar seus irmãos. Diante do medo de represália que seus irmão tinham, ele declarou: “Respondeu-lhes José: Não temais; acaso, estou eu em lugar de Deus?” (Gênesis 50.19). Às vezes diante do nosso sofrimento amargurado queremos achar culpados para descarregarmos nossa amargura. José, porém, confiava que toda retribuição e justiça era função de Deus aplicar conforme Lhe aprouvesse. Ele teve oportunidades, mas não retribuiu mal com mal, antes, ele perdoou os maus irmãos prontamente, mostrando que não havia vingança em seu coração, que a amargura não acharia lugar para produzir – maus – frutos em sua vida: “José beijou a todos os seus irmãos e chorou sobre eles” (Gênesis 45.15).

5- José não permitiu que a amargura manchasse seu presente e seu futuro

Será que Deus teria usado grandemente José se ele vivesse preso ao seu passado cultivando desejos de vingança vindos de um coração amargurado? É certo que não! José não deixou a amargura impedir que ele fosse muito usado por Deus no presente e no futuro. Ele foi um homem que fez diferença em seu tempo e, até hoje, ele é lembrado como um exemplo de homem de Deus. Caso sua amargura fosse sua marca, certamente não seria bem lembrado. Assim, compreender as nossas amarguras e resolvê-las é muito importante para nosso presente e futuro. A amargura tem caráter impeditivo. Ela pode nos tirar muitas boas oportunidades de sermos muito usados pelo Senhor, além de nos trazer maiores dores, maiores sofrimentos, maiores coisas negativas em todos os sentidos.

E VOCÊ, TEM CULTIVADO AMARGURA EM SEU CORAÇÃO?

Últimas notícias sobre a prisão do Rev. José Dilson no Senegal

Comunicado – Senegal – Nr. 03 – 2013

A APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais da Igreja Presbiteriana do Brasil agradece as manifestações de apoio que vêm recebendo de toda a segmentação evangélica do Brasil e de outras partes no mundo, a respeito da detenção do nosso irmão Rev. José Dílson (esposa Marli), e de nossa irmã Zeneide Moreira, da Missão Servos, que desenvolvem atividades no Senegal.

Como citamos em comunicados anteriores, a APMT – IPB (como denominação), continua realizando uma ação permanente junto ao alto escalão dos governos do Brasil e do Senegal, para que os referidos irmãos sejam colocados em devida liberdade o quanto antes, sendo que também temos envolvido organizações e instituições nacionais e internacionais nesse processo.

Providências continuam sendo tomadas para apoiá-los nas áreas: médica, psicológica, jurídica, refeições diárias, medicamentos, apoio de moradia para a família de nosso irmão Pr. José Dílson na cidade onde ele está detido. Além disso, todos os nossos colegas de equipe, que atuam na região, como também membros de outras organizações e da Embaixada do Brasil no Senegal têm prestado apoio incondicional e constante.

Os três advogados contratados entraram, recentemente, com mais um pedido de Liberdade Provisória, que foi negado pela justiça senegalesa. Nós apelamos para a Côrte de Cassação em Dakar (órgão do Governo Federal que trata desse assunto), que tem o prazo de até 30 dias para se pronunciar (a contar de 08/03/2013, data da entrada do documento). Essa instância é a última antes do equivalente ao nosso Supremo Tribunal Federal. Estamos evitando ter que chegar nesta última, por ser lenta e morosa na análise dos processos, que poderá demorar meses e até anos para um parecer final.

Como já dissemos em comunicados anteriores, o juiz de instrução não concluiu o seu processo de sindicância. Até a presente data, não existe um posicionamento da justiça quanto ao caso. Portanto, não existe uma acusação formal da promotoria pública, exceto uma denúncia falsa de um pai que coloca em dúvida as ações ou motivações do projeto ali desenvolvido.

Rogamos que todos permaneçam em oração diante de nosso Deus, para que Ele dê sustentabilidade às famílias, ao José Dílson e à Zeneide, e que Ele dê sabedoria a todos os envolvidos na condução do caso.

Pela equipe da APMT
Rev. Marcos Agripino C. de Mesquita
Executivo da APMT
FONTE: www.apmt.org.br